Quais são os direitos da gestante no trabalho?

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A empregada gestante tem direito à licença-maternidade de 120 dias, sem prejuízo do emprego e salário1. Isso é um direito fundamental para garantir a proteção da saúde da mãe e do bebê, além de proporcionar estabilidade no emprego durante a gestação. A licença-maternidade é um dos principais direitos das gestantes no trabalho, e é regulamentada pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que assegura o direito das gestantes à licença-maternidade de 120 dias com pagamento integral2.

Além disso, as gestantes têm direito a se ausentar do trabalho para realizar, pelo menos, seis consultas médicas durante a gestação2, e a mulher tem direito a dois descansos especiais de meia hora cada um para amamentar até que a criança complete seis meses de idade1. A estabilidade no emprego durante a gestação é fundamental para garantir a tranquilidade da gestante, e a licença-maternidade é um direito que deve ser respeitado por todas as empresas.

Principais pontos a serem lembrados

  • As gestantes têm direito à licença-maternidade de 120 dias, sem prejuízo do emprego e salário1.
  • A licença-maternidade pode ser prorrogada por mais 60 dias para empresas que aderem ao Programa Empresa Cidadã1.
  • As gestantes têm direito a se ausentar do trabalho para realizar, pelo menos, seis consultas médicas durante a gestação2.
  • A mulher tem direito a dois descansos especiais de meia hora cada um para amamentar até que a criança complete seis meses de idade1.
  • A estabilidade no emprego durante a gestação é fundamental para garantir a tranquilidade da gestante.
  • O direito à licença-maternidade é um direito fundamental para garantir a proteção da saúde da mãe e do bebê.
  • A licença-maternidade é regulamentada pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)2.

Entendendo os direitos das gestantes no trabalho: visão geral

A proteção legal das gestantes no trabalho é um direito fundamental, garantido pelo direito trabalhista. A Constituição Federal e a CLT estabelecem as leis que protegem as gestantes, garantindo sua estabilidade no emprego e outros benefícios3. A licença-maternidade, por exemplo, garante o afastamento do trabalho por um período mínimo de 120 dias sem prejuízos salariais3.

Além disso, as gestantes têm direito a se ausentar do trabalho, sem descontos salariais, para a realização de exames gestacionais e consultas médicas4. A estabilidade no emprego é garantida desde a confirmação da gestação até cinco meses após o parto, impedindo demissão mesmo que o contrato termine durante esse período4.

Principais leis que protegem a gestante

As principais leis que protegem as gestantes incluem a CLT e a Constituição Federal. Essas leis garantem a estabilidade no emprego, a licença-maternidade e a proteção contra demissão3. Além disso, a Lei 14.721/23 introduziu mudanças significativas no suporte à saúde mental das gestantes e mães4.

A importância do conhecimento dos direitos trabalhistas

O conhecimento dos direitos trabalhistas é fundamental para as gestantes, pois garante que elas sejam protegidas e respeitadas no trabalho. As gestantes devem estar cientes de seus direitos e deveres para evitar problemas e garantir uma gravidez saudável e segura3.

Período de proteção legal da gestante

O período de proteção legal da gestante é desde a confirmação da gestação até cinco meses após o parto4. Durante esse período, a gestante é protegida contra demissão e tem direito a estabilidade no emprego.

Benefício Descrição
Licença-maternidade Afastamento do trabalho por 120 dias sem prejuízos salariais3
Estabilidade no emprego Garantia de estabilidade no emprego desde a confirmação da gestação até cinco meses após o parto4

Estabilidade no emprego durante a gestação

A estabilidade no emprego é um direito fundamental das gestantes, garantido pela Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT)5. Desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto, a empregada gestante tem direito à estabilidade no emprego, o que significa que não pode ser demitida sem justa causa6. Essa garantia é essencial para proteger a saúde e o bem-estar da gestante e do bebê.

Além disso, a licença-maternidade é um direito das gestantes, com um período mínimo de 120 dias, podendo ser estendida para 180 dias em empresas que participam do programa Empresa Cidadã5. A gestante não pode ser demitida até 5 meses após o parto, somando a licença-maternidade a esse período6. É importante destacar que a estabilidade no emprego durante a gestação é um direito das gestantes, independentemente do tipo de contrato de trabalho.

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Os principais pontos sobre a estabilidade no emprego durante a gestação incluem:

  • Garantia de estabilidade no emprego desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto5
  • Licença-maternidade com um período mínimo de 120 dias6
  • Proteção contra demissão sem justa causa durante o período de estabilidade5

Em resumo, a estabilidade no emprego durante a gestação é um direito fundamental das gestantes, garantido pela CLT e pela Constituição Federal6. É essencial que as empregadas gestantes conheçam seus direitos e busquem orientação para garantir a proteção de seus direitos durante a gestação.

Direito à licença-maternidade

A licença-maternidade é um direito fundamental para as empregadas gestantes, permitindo que elas se afastem do trabalho por um período determinado sem perder o emprego ou o salário7. A duração da licença-maternidade é de 120 dias, podendo ser estendida por mais 60 dias em empresas que aderirem ao Programa Empresa Cidadã8.

É importante entender que a licença-maternidade não é apenas um benefício para a mãe, mas também para o bebê, pois permite que a mãe cuide do filho nos primeiros meses de vida9. Além disso, a licença-maternidade também pode ser estendida em casos de aborto espontâneo ou parto prematuro8.

Para ter direito à licença-maternidade, a empregada gestante deve comunicar ao empregador sobre a gravidez e apresentar um atestado médico7. O salário-maternidade é calculado com base no salário mensal da empregada e é pago durante o período de licença9.

Duração da licença-maternidade

A duração da licença-maternidade é um dos principais aspectos a serem considerados7. A licença-maternidade pode ser prorrogada por mais 14 dias em casos especiais com atestado médico9.

Extensão do período de licença

A extensão do período de licença é possível em empresas que aderirem ao Programa Empresa Cidadã8. Além disso, a licença-maternidade pode ser estendida em casos de doença, com apresentação de atestado médico8.

Salário-maternidade

O salário-maternidade é um benefício importante para as empregadas gestantes9. O valor da licença-maternidade deve ser igual ao salário mensal, nunca inferior a um salário mínimo8.

Adaptações necessárias no ambiente de trabalho

As gestantes têm direito a adaptações no trabalho, incluindo mudança de função ou adequação do local de trabalho, para garantir sua saúde e segurança10. Essas adaptações são fundamentais para prevenir riscos e garantir um ambiente de trabalho saudável e seguro. A legislação exige que as empresas adotem medidas de proteção à saúde e segurança das gestantes no ambiente de trabalho10.

Algumas das adaptações necessárias incluem:

  • Mudança de função quando necessário, para evitar atividades que possam ser prejudiciais à saúde da gestante11
  • Adequação do local de trabalho, para garantir que o ambiente seja seguro e saudável para a gestante10
  • Realização de exames de pré-natal e acompanhamento médico regular11

É importante lembrar que as empresas têm a responsabilidade de garantir a saúde e segurança das gestantes no ambiente de trabalho. A adequação do local de trabalho e a mudança de função quando necessário são apenas algumas das adaptações necessárias para garantir a saúde e segurança das gestantes10. Além disso, a legislação exige que as empresas forneçam suporte e orientação adequados às gestantes durante a gravidez11.

Em resumo, as adaptações necessárias no ambiente de trabalho para as gestantes incluem mudança de função, adequação do local de trabalho e realização de exames de pré-natal, além de suporte e orientação adequados1011. É fundamental que as empresas adotem essas medidas para garantir a saúde e segurança das gestantes e cumprir com a legislação10.

Adaptação Descrição
Mudança de função Quando necessário, para evitar atividades que possam ser prejudiciais à saúde da gestante11
Adequação do local de trabalho Para garantir que o ambiente seja seguro e saudável para a gestante10
Realização de exames de pré-natal Para garantir a saúde da gestante e do bebê11

Direito a consultas e exames pré-natal

As gestantes têm direito a consultas e exames pré-natal, garantidos pela CLT e pela Constituição Federal12. Esses direitos são fundamentais para a saúde da gestante e do bebê, permitindo que qualquer problema seja detectado e tratado precocemente. A legislação trabalhista e constitucional assegura que as gestantes possam se ausentar do trabalho para realizar essas consultas e exames, sem prejuízo de seus salários ou estabilidade no emprego13.

É importante destacar que as consultas pré-natal são essenciais para monitorar a saúde da gestante e do bebê, e para identificar qualquer complicação que possa surgir durante a gestação12. Além disso, os exames pré-natal permitem que os médicos avaliem o desenvolvimento do bebê e detectem qualquer problema que possa afetar a saúde da gestante ou do bebê13.

As gestantes têm direito a, no mínimo, 6 consultas pré-natal durante a gestação, conforme estabelecido pela legislação12. Além disso, elas têm direito a realizar exames complementares, como ultrassom e exames de sangue, para monitorar a saúde da gestante e do bebê13.

Em resumo, as consultas e exames pré-natal são direitos fundamentais das gestantes, garantidos pela legislação trabalhista e constitucional12. É importante que as gestantes conheçam esses direitos e os exerçam, para garantir a saúde e o bem-estar delas e de seus bebês13.

Direito Descrição
Consultas pré-natal Direito a, no mínimo, 6 consultas pré-natal durante a gestação
Exames pré-natal Direito a realizar exames complementares, como ultrassom e exames de sangue
Estabilidade no emprego Direito à estabilidade no emprego durante a gestação e até 5 meses após o parto

Intervalos para amamentação após o retorno

Após o retorno ao trabalho, as mães têm direito a intervalos para amamentação, com duração de 30 minutos, duas vezes ao dia14. Esses intervalos são importantes para a saúde do bebê e da gestante, pois permitem a amamentação exclusiva até os seis meses de idade15. Além disso, a amamentação é associada à redução de doenças comuns em bebês, como diarreias e infecções respiratórias15.

A solicitação do benefício de intervalos para amamentação deve ser feita pela gestante, que deve informar ao empregador sobre a necessidade de amamentação14. O empregador deve fornecer um local apropriado para a amamentação, de acordo com o artigo 389 da CLT14. É importante lembrar que a duração dos intervalos para amamentação pode ser ampliada a critério da autoridade dependente, caso a saúde da criança exija14.

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Duração dos intervalos

A duração dos intervalos para amamentação é de 30 minutos, duas vezes ao dia14. No entanto, a duração pode variar de acordo com as necessidades da gestante e do bebê. Além disso, a amamentação exclusiva deve ser mantida até os seis meses de idade, conforme recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS)15.

Como solicitar este benefício

A solicitação do benefício de intervalos para amamentação deve ser feita pela gestante, que deve informar ao empregador sobre a necessidade de amamentação14. A gestante deve também fornecer um atestado médico que comprove a necessidade de amamentação14. É importante lembrar que o empregador deve fornecer um local apropriado para a amamentação, de acordo com o artigo 389 da CLT14.

intervalos para amamentação

Proteção contra demissão

A proteção contra demissão é um direito fundamental das gestantes no Brasil, garantindo a estabilidade no emprego desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto16. Esse período de estabilidade é essencial para garantir a segurança financeira e emocional da mãe e do bebê. A legislação trabalhista brasileira estabelece que a gestante não pode ser demitida sem justa causa durante esse período, exceto em casos de exceções17.

As exceções à regra de proteção contra demissão incluem a rescisão por solicitação voluntária da empregada ou a dispensa por justa causa18. No entanto, mesmo em casos de exceções, a gestante tem direito à indenização equivalente ao tempo que teria para permanecer empregada, até cinco meses. A proteção contra demissão é um direito que visa garantir a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres no mercado de trabalho.

É importante destacar que a proteção contra demissão não se aplica apenas às gestantes, mas também às mães que adotam crianças16. A licença-maternidade é garantida por 120 dias de afastamento remunerado, conforme a CLT (art. 392) e a Constituição (art. 7º, inciso XVIII)16. Além disso, as empresas que aderem ao programa Empresa Cidadã podem estender a licença-maternidade por mais 60 dias, totalizando 180 dias de licença16.

Período de Estabilidade Duração da Licença-Maternidade Exceções à Regra
Desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto 120 dias de afastamento remunerado Rescisão por solicitação voluntária da empregada ou dispensa por justa causa

Direitos específicos em casos especiais

As gestantes têm direitos específicos em casos especiais, como em caso de aborto ou doença relacionada à gravidez19. É importante entender esses direitos para garantir a proteção e o bem-estar das trabalhadoras. A legislação trabalhista brasileira assegura estabilidade provisória para gestantes, garantindo que a mulher não pode ser demitida sem justa causa desde a confirmação da gestação até 120 dias após o parto19.

Além disso, as gestantes têm o direito a, no mínimo, 6 consultas médicas durante o período de gestação, sem prejuízo no salário19. A licença-maternidade padrão é de 120 dias, podendo ser estendida para 180 dias nas empresas do Programa Empresa Cidadã19. Em caso de aborto espontâneo antes da 23ª semana de gestação, a colaboradora tem direito a um afastamento de 2 semanas19.

É fundamental que as trabalhadoras estejam cientes de seus direitos em casos especiais, como doença relacionada à gravidez ou aborto, para garantir sua proteção e bem-estar. A legislação trabalhista brasileira também assegura a proteção dos direitos fundamentais da maternidade, da saúde da trabalhadora e do bem-estar do recém-nascido20.

As seguintes são algumas das principais garantias para as gestantes em casos especiais:

  • Estabilidade provisória durante a gestação e após o parto
  • Direito a consultas médicas e exames pré-natais
  • Licença-maternidade e possibilidade de extensão
  • Proteção contra demissão sem justa causa

Documentação necessária para garantir os benefícios

Para garantir os benefícios da licença-maternidade, as gestantes devem apresentar a documentação necessária, incluindo atestados médicos e realizar a comunicação à empresa sobre a gravidez e o parto21. Isso é fundamental para assegurar os direitos trabalhistas e o recebimento do salário-maternidade22.

Além disso, as gestantes devem ter conhecimento sobre a documentação necessária para solicitar a licença-maternidade, como a apresentação de atestados médicos e a comunicação à empresa sobre a data prevista para o parto23. É importante lembrar que a licença-maternidade é um direito garantido às trabalhadoras, e a apresentação da documentação necessária é essencial para garantir esse benefício.

As seguintes são as principais documentação necessária para garantir os benefícios da licença-maternidade:

  • Atestados médicos que comprovem a gravidez e o parto21
  • Comunicação à empresa sobre a gravidez e o parto22
  • Documentos que comprovem a relação de trabalho e o tempo de contribuição para o INSS23

documentação necessária

É fundamental que as gestantes tenham conhecimento sobre a documentação necessária e os procedimentos para solicitar a licença-maternidade, para garantir que seus direitos sejam respeitados e que possam desfrutar do benefício da licença-maternidade21.

Documentação necessária Descrição
Atestados médicos Comprovam a gravidez e o parto21
Comunicação à empresa Informa a empresa sobre a gravidez e o parto22
Documentos de relação de trabalho Comprovam a relação de trabalho e o tempo de contribuição para o INSS23

Como proceder em caso de discriminação

A discriminação no local de trabalho é uma realidade enfrentada por muitas gestantes, que podem sofrer consequências negativas em sua carreira e bem-estar. De acordo com estatísticas, 100% das mulheres entrevistadas em uma pesquisa na Inglaterra sentiram que foram tratadas de maneira diferente após a descoberta da gravidez24. Além disso, quase 50% das mulheres relataram ter enfrentado barreiras em sua carreira, impedindo-as de crescer profissionalmente24.

Em caso de discriminação, é fundamental conhecer os canais de denúncia e as medidas legais cabíveis. As gestantes têm direito a proceder em caso de discriminação, com canais de denúncia e medidas legais cabíveis. As leis trabalhistas brasileiras proíbem a discriminação baseada em sexo, raça, cor, estado civil, situação familiar, idade, deficiência ou reabilitação profissional25. As penalidades para quem pratica discriminação podem incluir detenção de um a dois anos e multa25.

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As medidas legais cabíveis incluem a possibilidade de recurso para as empregadas que sofrem demissão discriminatória, com opções de reintegração com compensação pelo período de ausência, incluindo juros legais25. Além disso, as gestantes têm direito à estabilidade provisória no emprego, garantida pela Constituição Federal de 198826. É essencial que as gestantes conheçam seus direitos e procedam em caso de discriminação, buscando apoio nos canais de denúncia e medidas legais cabíveis.

Medidas Legais Descrição
Reintegração Reintegração com compensação pelo período de ausência, incluindo juros legais25
Estabilidade Provisória Estabilidade provisória no emprego, garantida pela Constituição Federal de 198826

Benefícios adicionais garantidos por convenções coletivas

As gestantes podem ter benefícios adicionais garantidos por convenções coletivas, como licença-maternidade mais longa ou ajuda financeira27. Esses benefícios são importantes para as gestantes, pois proporcionam maior segurança e estabilidade durante a gravidez e o período pós-parto.

Algumas convenções coletivas podem oferecer benefícios adicionais como:

  • Extensão da licença-maternidade
  • Ajuda financeira para despesas médicas
  • Acesso a programas de apoio à maternidade

É importante que as gestantes estejam cientes dos seus direitos e benefícios adicionais garantidos por convenções coletivas, para que possam aproveitar ao máximo esses benefícios e ter uma gravidez mais segura e tranquila27.

Conclusão

Em conclusão, os direitos das gestantes no trabalho são fundamentais para garantir a proteção legal e a saúde das trabalhadoras durante a gravidez28. Mulheres grávidas e aquelas que deram à luz recentemente possuem uma série de direitos assegurados pelas leis trabalhistas no Brasil, como a licença-maternidade de 120 dias28 e a estabilidade provisória no emprego desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto29.

Além disso, a legislação também garante adaptações no ambiente de trabalho, dispensas para consultas médicas, intervalos para amamentação e proteção contra a demissão sem justa causa28. Esse conjunto de leis e benefícios visa assegurar a saúde e o bem-estar tanto da mãe quanto do bebê durante essa importante fase da vida28. É fundamental que as trabalhadoras estejam cientes desses direitos para que possam reivindicá-los e garantir uma gestação saudável e tranquila.

Portanto, compreender e fazer valer os direitos das gestantes no trabalho é essencial para promover a igualdade de gênero, apoiar as mulheres durante a maternidade e fortalecer a proteção social no Brasil28. Esse é um importante passo para construir uma sociedade mais justa e inclusiva2829.

FAQ

Quais são as principais leis que protegem a gestante no trabalho?

As principais leis que protegem as gestantes no trabalho são a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e a Constituição Federal. Essas leis garantem diversos direitos, como a estabilidade no emprego, licença-maternidade e adaptações no ambiente de trabalho.

Por que é importante o conhecimento dos direitos trabalhistas para as gestantes?

O conhecimento dos direitos trabalhistas é essencial para que as gestantes possam garantir a proteção legal durante a gravidez. Isso permite que elas exijam o cumprimento de seus direitos e evitem possíveis discriminações ou abusos no ambiente de trabalho.

Qual é o período de proteção legal da gestante?

A proteção legal da gestante se inicia a partir da concepção e se estende até 5 meses após o parto, garantindo a estabilidade no emprego e outros benefícios durante esse período.

Como a estabilidade no emprego durante a gestação é regulamentada?

A estabilidade no emprego durante a gestação é garantida pela CLT, que proíbe a demissão arbitrária da gestante, salvo em casos específicos previstos em lei. Essa garantia protege a trabalhadora contra a perda do emprego durante a gravidez.

Qual é a duração da licença-maternidade?

A licença-maternidade tem duração de 120 dias, podendo ser estendida por mais 60 dias mediante adesão ao Programa Empresa Cidadã. Durante esse período, a gestante recebe o salário-maternidade, pago pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Quais são as adaptações necessárias no ambiente de trabalho para as gestantes?

As gestantes têm o direito de solicitar adaptações no ambiente de trabalho, como mudança de função ou adequação do local de trabalho, quando necessário. Essas adaptações visam garantir a saúde e segurança da gestante e do bebê durante a gravidez.

Quais são os direitos das gestantes em relação a consultas e exames pré-natal?

As gestantes têm o direito de realizar consultas e exames pré-natal durante a jornada de trabalho, sem prejuízo de sua remuneração. Esse benefício é garantido pela legislação trabalhista e constitucional, visando assegurar o acompanhamento da saúde da gestante e do bebê.

Quais são os intervalos para amamentação após o retorno ao trabalho?

Após o retorno ao trabalho, as gestantes têm o direito a dois intervalos de 30 minutos cada para amamentação, totalizando uma hora diária. Esse benefício é garantido pela CLT e visa promover a saúde do bebê e da lactante.

Quais são as exceções à regra de proteção contra a demissão durante a gestação?

Embora haja proteção contra a demissão durante a gestação, existem algumas exceções previstas em lei, como a dispensa por justa causa ou a extinção do contrato por acordo entre as partes. Nesses casos, a gestante deverá ser devidamente indenizada.

Quais são os direitos específicos em casos de aborto ou doença relacionada à gravidez?

Em casos de aborto ou doença relacionada à gravidez, as gestantes têm direito a benefícios adicionais, como a extensão da licença-maternidade, afastamento do trabalho com manutenção do salário e garantia de emprego durante o período de recuperação.

Quais documentos são necessários para garantir os benefícios das gestantes?

Para garantir os benefícios, as gestantes precisam apresentar à empresa documentos como atestados médicos, comunicação sobre a gravidez e formulários previdenciários. Esses documentos comprovam a condição de gestante e o direito aos benefícios legais.

Como proceder em caso de discriminação contra a gestante no trabalho?

Em caso de discriminação, a gestante pode denunciar a situação aos canais competentes, como o Ministério Público do Trabalho ou a Justiça do Trabalho. Existem medidas legais cabíveis, como a reintegração ao emprego e a indenização por danos morais, para coibir esse tipo de prática.

Quais são os benefícios adicionais garantidos por convenções coletivas para as gestantes?

Além dos direitos previstos em lei, as gestantes podem ter acesso a benefícios adicionais garantidos por meio de convenções coletivas de trabalho, como auxílio-creche, reembolso de despesas médicas e exames complementares durante a gravidez.

Links de Fontes

  1. https://bosqueadvogados.com.br/10-direitos-das-gestantes-no-trabalho/
  2. https://nieg.ufv.br/wp-content/uploads/2014/10/direitos.pdf
  3. https://www.brasildefato.com.br/2022/11/08/conheca-os-direitos-trabalhistas-das-mulheres-gestantes-e-lactantes
  4. https://flashapp.com.br/blog/leis-trabalhistas/direitos-gestante-trabalho
  5. https://www.pontotel.com.br/estabilidade-gestante/
  6. https://www.guiatrabalhista.com.br/tematicas/gravidez_inicio_estab.htm
  7. https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/programas-projetos-acoes-obras-e-atividades/proteja/cartilhas-portugues-atualizada/cartilha-proteja-a-maternidade.pdf
  8. https://blog.convenia.com.br/lei-trabalhista-para-gestante/
  9. https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/2012/12/Direitos-da-Mulher-Trabalhadora-na-Gravidez-no-Ps-Parto-e-Durante-o-Aleitamento-Materno.pdf
  10. https://www.dimep.com.br/legislacao-trabalhista/direitos-gestantes-no-trabalho/
  11. https://www.gruposhbrasil.com.br/vida-e-saude/gestacao-ambiente-trabalho/
  12. https://www.unimedriopreto.com.br/blog/direitos-da-gestante-no-trabalho/
  13. https://www.prematuridade.com/direitos-das-gestantes-e-parturientes
  14. https://www.trt13.jus.br/informe-se/noticias/agosto-dourado-mulheres-que-amamentam-possuem-direitos-garantidos-pela-clt
  15. https://vidasaudavel.einstein.br/amamentacao-e-volta-ao-trabalho-como-seguir-com-o-aleitamento-materno/
  16. https://www.migalhas.com.br/depeso/415628/direitos-das-gestantes-no-trabalho-protecoes-e-garantias-no-brasil
  17. https://portal.stf.jus.br/noticias/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=504086&ori=1
  18. https://portal.trt3.jus.br/internet/conheca-o-trt/comunicacao/noticias-juridicas/trabalhadora-que-tomou-conhecimento-da-gravidez-apos-pedir-demissao-nao-obtem-direito-a-estabilidade
  19. https://pulsarsaudeetrabalho.com.br/conheca-os-direitos-da-gestante-e-evite-processos-trabalhistas/
  20. https://portal.stf.jus.br/noticias/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=503809&ori=1
  21. https://flashapp.com.br/blog/leis-trabalhistas/licenca-maternidade
  22. https://godoimoraesadvogados.com.br/licenca-maternidade-como-solicitar-documentos-necessarios-e-situacoes-de-nao-garantia/
  23. https://www.cnj.jus.br/cnj-servico-conheca-os-direitos-da-gestante-e-lactante/
  24. https://www.ecycle.com.br/discriminacao-por-gravidez-no-trabalho/
  25. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9029.htm
  26. https://ambitojuridico.com.br/a-gestante-em-atividades-insalubres-protecao-ou-discriminacao-uma-visao-acerca-da-legislacao-apos-as-recentes-alteracoes-trazidas-pela-reforma-trabalhista/
  27. https://compareplanodesaude.com.br/empresarial/clt-beneficios/beneficios-clt-gestantes/
  28. https://engeladvogados.com.br/direito-de-gravida-no-trabalho/
  29. https://www.cut.org.br/noticias/confira-12-direitos-trabalhistas-que-toda-gestante-deve-saber-057e